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Crowdfunding chega ao imobiliário

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Quinta, 7 de Setembro de 2017 às 19:33

 

O crowdfunding imobiliário começa agora a dar os primeiros passos em Portugal, mas ainda envolto num cenário de incerteza. Criado em 2005 no Reino Unido, o conceito tem vindo a consolidar-se também em outros países como a  França ou os Estados Unidos mas em Portugal falta ainda legislação reguladora.Para lançar o debate por cá, a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) organizou na quinta-feira passada uma conferência em Lisboa precisamente com o tema "Crowdfunding Imobiliário - Uma realidade?". 

À semelhança do que acontece com o crowdfunding para qualquer outro sector, também aqui o sistema permite atrair capital por parte de pequenos e médios investidores em troca de uma taxa de rentabilidade. Unm processo que deve, no entanto, revestir-se de algumas cautelas. 

"O crowdfunding  deve ser feito pelos verdadeiros profissionais do sector, que saberão depois destinar o ativo a um certo uso e, consequentemente, o seu rendimento. Apenas estes terão o know-how e a experiência para iniciar e prosseguir um projeto imobiliário, do princípio ao fim. Não vemos portanto outra alternativa senão que estas plataformas tenham uma gestão profissional e de pessoas do sector com larga experiência no ramo, especialmente da promoção imobiliária. A não ser assim será muito difícil cativar os investidores, que não terão a confiança necessária ou não reconhecerão capacidade à gestão da plataforma de investimento", sublinhou ao Expresso Hugo Santos Ferreira, secretário-geral da APPII. 

 

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